28-10-2016

Pegada de carbono: Diferenças entre o etanol e os combustíveis fósseis

Fonte de menor custo, o etanol é capaz de reduzir bastante as emissões de gás carbônico no meio ambiente, além disso, é uma fonte renovável.

A maior parte da energia mundial hoje é dependente de combustíveis fósseis (em média 75%). Desse modo, eles são obtidos através da decomposição de organismos de origem animal e vegetal, localizados em camadas profundas do solo ou do mar; estão incluídos neste caso o petróleo e derivados, além do gás natural e carvão mineral. Por serem fontes não renováveis e por emitirem altos índices de gases nocivos para o planeta, como o dióxido de carbono (CO2), devem ser substituídas por alternativas que atendam as necessidades da população e que, ao mesmo tempo, sejam ecologicamente adequadas.

Pegada de carbono e soluções energéticas sustentáveis

Para medir o índice de emissão de CO2 e seus impactos no planeta, os pesquisadores William Rees e Mathis Wackernagel desenvolveram a metodologia de Pegada de Carbono (Carbon Footprint). A partir disso, os efeitos da quantidade de dióxido de carbono liberada todos os dias no meio ambiente podem ser mensurados. Com os dados obtidos, também é possível conhecer de maneira detalhada quais deles são mais ou menos nocivos, além de buscar meios para diminuir/evitar a sua degradação.

Vantagens da utilização de biocombustíveis

etanol é uma opção que merece destaque, pois é uma fonte renovável, de menor custo de produção e capaz de neutralizar as emissões de CO2 na atmosfera. Esse combustível, também chamado de álcool etílico, é produzido por meio da fermentação de amido e outros açúcares, como o milho e a cana de açúcar.

O etanol apresenta ainda outras vantagens em relação aos combustíveis fósseis:

  • Em um percurso de 1.000 km, a pegada de carbono de um automóvel movido à gasolina (combustível fóssil) é de em 130 Kg/CO2, enquanto a de etanol é de, em média, 65Kg/CO2.
  • Quando oriundo da cana de açúcar, é capaz de reduzir em torno de 89% a emissão de gases de efeito estufa e poluentes prejudiciais à saúde.
  • Substratos da cana de açúcar, como o bagaço e a palha, têm poder calorífico, podendo ser utilizados para produção de bioeletricidade em usinas.
  • É bom para a economia brasileira, uma vez que esse tipo de produção traz maior independência energética para o país e geração de emprego.

Portanto, o etanol é uma alternativa energética para ser investida não só no Brasil, como no mundo.

Soluções em bioenergia

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