24-07-2017

Ministério do Meio Ambiente apresenta livro sobre Educação Ambiental & Mudanças Climáticas

A maioria das pessoas até sabe que as Mudanças Climáticas representam um problema relevante, mas consideram algo de difícil compreensão

            O Ministério do Meio Ambiente apresenta um novo livro sobre Educação Ambiental & Mudanças Climáticas. Com acesso gratuito, cada um pode baixar um exemplar e conferir essa Série Educativa, que tem como proposta disseminar informações sobre as mudanças climáticas e iniciativas que podem ser desenvolvidas por toda a comunidade.

A maioria das pessoas até sabe que as Mudanças Climáticas representam um problema relevante, mas consideram algo de difícil compreensão. Elas desconhecem o que isso significa e como poderá afetar diretamente suas vidas. Segundo o órgão, as pessoas dispõem de poucas informações sobre a forma como devem atuar para mitigar ou evitar mais emissões ou mesmo sobre a urgência de fazer ações que contribuam para a solução.

Esse desconhecimento e a sensação de algo distante do cotidiano, podem ser motivos para uma relativa inércia da sociedade frente à questão das Mudanças Climáticas. Dessa forma, um dos requisitos essenciais para o enfrentamento de um dos grandes desafios do nosso tempo é compreender minimamente este fenômeno, conforme descrito pela ciência.

O aumento da temperatura média no planeta é real. No Brasil, essa situação é visível, principalmente, na região Nordeste do país. Entre 1980 e 2010, as temperaturas máximas diárias medidas em alguns lugares do sertão, por exemplo, subiram 3ºC. Segundo modelos climáticos, se continuarmos nesse ritmo, o número de dias ininterruptos de estiagem irão aumentar e envolver uma faixa que vai do norte do Nordeste do país até o Amapá, na região Amazônica.

Com o aumento da temperatura no Oceano Atlântico, existe a possibilidade de surgir ciclones extratropicais no litoral do Sul e Sudeste, atingindo grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro. Furacões como o “Catarina”, que assolou Santa Catarina em 2004, poderão se tornar comuns nessas regiões. Por causa do aumento do nível do mar, Recife e Rio de Janeiro poderão ser as cidades mais afetadas.

Alguns exemplos de tragédias recentes ainda estão presentes na memória da sociedade, principalmente dos grupos mais vulneráveis, como a seca na região Amazônica em 2005; as enchentes de novembro de 2008, na região da Foz da Bacia do Rio Itajaí, em Santa Catarina; as fortes chuvas e enchentes em São Paulo e Rio de Janeiro, que ocorreram no período de dezembro de 2009 a fevereiro de 2010, causando prejuízos socioambientais e econômicos e obrigando cerca de 85 mil pessoas a deixar suas casas. Os mesmos fenômenos e suas consequências continuaram afetando, em 2010, os estados de Pernambuco e Alagoas, além de provocarem enchentes na cidade do Rio de Janeiro e desmoronamentos de encostas em Angra dos Reis, em abril de 2010.

Os cientistas alertam que quanto mais se adiar para iniciar medidas que combatam as mudanças climáticas, piores devem ser as consequências para todos os seres vivos. Por isso, conhecer mais sobre os desafios que o país enfrenta no combate às mudanças climáticas e as iniciativas que cada um pode desenvolver é fundamental para mudarmos esse cenário.

Biotecnologias a favor da biodiversidade

Graças à Biotecnologia é possível desenvolver soluções sustentáveis para fabricação de produtos alimentícios, têxteis, limpeza, além de tratamento da água com o uso de enzimas e, assim, auxiliar na preservação da biodiversidade. As enzimas são catalizadoras naturais em reações químicas, e podem ser aplicadas na produção de biocombustíveis, garantindo ainda mais economia para o planeta. Na América Latina, a Novozymes é referência no segmento, realizando seus trabalhos com base na sustentabilidade e menor impacto negativo ambiental. Conheça mais conteúdos sobre Biologia e Biotecnologia aqui no Bioblog

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