29-09-2016

Enzimas na produção de etanol

Diversos estudos apontam que o uso do etanol como combustível é mais benéfico ao meio ambiente quando comparado às demais opções. Entre as principais características do etanol estão: ser limpo, renovável e autossustentável. Todos esses aspectos refletem na redução da emissão de poluentes. Afinal, além de emitir gases do efeito estufa, a gasolina e o diesel lançam porções maiores de elementos que são nocivos para os seres humanos, os óxidos de nitrogênio (NO e N2O), que podem dar origem ao ozônio (O3), além de produtos de combustão incompleta como o monóxido de carbono (CO).

O etanol celulósico tem se mostrado uma importante fonte de energia sustentável. Matérias-primas, entre elas milho, palha de trigo, biomassa lenhosa e resíduos urbanos, estão disponíveis constantemente. Além do mais, o etanol celulósico pode reduzir as emissões de fases do efeito estufa em 90% em comparação aos combustíveis à base de petróleo.

As enzimas industriais são essenciais para converter a estrutura complexa da biomassa em etanol e são a única maneira de deixar o etanol de 2ª geração comercialmente mais competitivo. Atualmente diversos técnicos, cientistas e engenheiros têm trabalhado incessantemente na missão de conseguir colocar isso em prática em escala industrial. A Novozymes, empresa dinamarquesa líder mundial em biosoluções, desenvolveu uma nova enzima, que reduz custos e maximiza os rendimentos na produção de etanol a partir de resíduos agrícolas. Essa foi uma estratégia decisiva na direção da fabricação em escala comercial de biocombustíveis avançados a partir de biomassa.

A Novozymes possui mais de uma década de experiência em aperfeiçoar o processo de conversão de biomassa. Atualmente as soluções tornam a tecnologia disponível a um custo comercialmente viável. A empresa está empenhada em desenvolver soluções sustentáveis para melhorar continuamente o negócio de etanol celulósico, sem deixar de lado a sua preocupação com o meio ambiente.

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