22-09-2016

A importância da redução do Dióxido de Carbono para o planeta

Os gases estufa são necessários para a manutenção da temperatura, entretanto, o excesso pode causar danos irreversíveis ao planeta.

Bastante presente e estudado na matéria de ciências, o termo efeito estufa torna-se familiar desde os primeiros anos da vida escolar, pois ele é um fenômeno natural essencial para a existência da vida humana no planeta Terra. O efeito estufa é um procedimento da Terra para estabilizar a temperatura. Uma parte da energia solar que chega ao planeta reflete de volta ao espaço, o restante é absorvido pela superfície terrestre e pelos oceanos com o auxílio da presença de gases como o metano (CH4), o gás carbônico (CO2) e o vapor d'água (H2O), este movimento de absorção do calor diz respeito ao efeito estufa. Sem ele a temperatura média da Terra seria muito gelada, em torno de 18 graus negativos.

Embora os gases estufas sejam fundamentais para a manutenção da temperatura adequada do planeta, quando presentes acima do limite são altamente prejudiciais. Ao longo do último século o esse efeito tem aumentado consideravelmente devido à alta emissão de gases na atmosfera e, entre os principais estão CH4CO2 e óxido nitroso (N2O). A queima de combustíveis fósseis (gasolina, carvão e diesel) e as queimas das matas são as principais fontes de emissão de CO2.

Alertas para o excesso de emissão dos gases estufas

Ao longo dos últimos 140 anos a temperatura da Terra subiu em 0,76ºC. Se o aumento da emissão de gás carbônico permanecer no ritmo atual, a temperatura permanecerá em ascensão e os riscos ecológicos tendem a ser irreversíveis. Além das tempestades intensas que tendem a ocorrer frequentemente, o derretimento do gelo nas regiões polares pode ocasionar inundações na maior parte costeira dos continentes, fazendo com que cidades litorâneas deixem de existir. Com a alteração da distribuição de calor no planeta, locais que até então eram polos agrícolas podem se tornar desérticos.

Protocolo de Kyoto

A discussão sobre o aumento do efeito estufa é constante. Ainda em fevereiro de 2005 entrou em vigor o Protocolo de Kyoto, um acordo internacional assinado por 141 países cujo intuito é de estabelecer metas para a redução da emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Entre 2008 e 2012, países industrializados e a União Europeia se comprometeram em diminuir coletivamente em 5% as emissões de gases em comparação ao emitido em 1990. Para isso, cada país recebeu metas individuais. Em uma segunda etapa, as mesmas partes se comprometeram, entre 2013 e 2020, a reduzir coletivamente em 18% as emissões de gases de efeito estufa tendo como ano base 1990.

Biocombustíveis e a redução da emissão de CO2

Levando em consideração que o uso de combustíveis fósseis em automóveis é o responsável pela grande quantidade de emissão de CO2, os biocombustíveis se tornam essenciais para a redução da emissão de poluentes, afinal são gerados a partir de fontes renováveis (mamona, girassol, amendoim, soja, etc.). A Novozymes, pioneira na indústria de bioenergia, dispõe de um amplo portfólio de enzimas altamente eficazes para todas as áreas de produção de biocombustíveis, que são inigualáveis em termos de desempenho, qualidade e confiabilidade. Saiba mais em http://www.novozymes.com/en/solutions/bioenergy

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