Sustentabilidade

RenovaBio será um farol para a produção de biocombustíveis

Posto-Combustível-RenovaBio

O RenovaBio terá papel central tanto em relação ao abastecimento de combustíveis do país, bem como em relação às metas climáticas que o Brasil tem que cumprir sob o guarda-chuva do Acordo de Paris.

O Renovabio será um farol para produção de biocombustíveis no País. Foi o que destacou o presidente da Datagro, Plínio Nastari, durante a abertura da 17ª Conferência Internacional Datagro sobre Açúcar e Etanol, no início de novembro.

RenovaBio-Logo

Segundo Nastari, o programa não se trata de um programa de subsídios, nem de imposto sobre combustíveis fósseis. “O Renovabio é uma política pública de indução de eficiência energética e de reconhecimento da capacidade de promover a descarbonização”, disse. De acordo com ele, ao criar um cenário propício ao estímulo à produção de biocombustíveis, o RenovaBio terá papel central tanto em relação ao abastecimento de combustíveis do país, bem como em relação às metas climáticas que o Brasil tem que cumprir sob o guarda-chuva do Acordo de Paris.

Se aprovado pelo Governo federal, o programa RenovaBio só deverá entrar em vigor a partir de 2019.  “Uma vez aprovado e enviado para o Congresso Nacional, o programa passará por fase de implementação, que deve ir até o começo de junho de 2018”, disse Nastari.

Plínio disse no evento que, apesar da previsão de vigorar em 2019, o RenovaBio, “mudará a expectativa mesmo sem ter aplicação imediata. Por estar atento a questões como déficit, o governo deverá criar uma ‘ponte’ para o RenovaBio. Ou seja: enquanto o programa não seja implementado, deverão ser criadas medidas em favor dos biocombustíveis, como etanol e biodiesel”, completou.

 

Tags:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *