Educação

Experiência de adolescentes com o app-book é mostrada pelo Canal Futura

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Os alunos do Colégio SESI-Pr foram os pioneiros a conhecer e estudar com a ajuda dos app-books da Coleção Novozymes Nova Perspectiva.

Usando a tecnologia a favor da educação e da busca de uma vida melhor nas comunidades locais onde vivemos, adolescentes mostram como é possível colocar em prática o que eles aprendem na telinha de seus celulares. É isso que uma reportagem do Canal Futura, realizada no Colégio Sesi CIC, em Curitiba, nos mostra.

Os alunos da escola foram os pioneiros a conhecer e estudar com a ajuda dos app-books da Coleção Novozymes Nova Perspectiva. O experimento resultou em uma sequência de aprendizagem que se espalhou para diversas unidades do Estado e o que eles aprendem em conjunto, nas oficinas, com as soluções e ideias apresentadas nos três livros aplicativos, são colocadas em prática nas comunidades da cidade.

É o que conta o aluno Bruno Henrique B. Alves. ”Nós começamos a observar os aplicativos lançados pela empresa que falavam dos ODS, que são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Em especial os ODS 1, 2 e 6 que falam sobre a pobreza, a fome e a água potável e saneamento básico”, explica. Sua colega, Gabriela Rosa, completa. ”Os aplicativos agem como inspiradores nesse processo. Como eles são gratuitos, eles permitem que todas as pessoas que possuam um smartphone consigam baixá-los e a partir das histórias que eles mostram, que, geralmente, apresentam os problemas, as pessoas refletem sobre eles e pensam em algo para solucioná-los”, diz.

Outro aluno que participou foi Fábio Kosloski. Ele explica que os aplicativos trazem essa realidade em formato de história. ”Esses problemas são apresentados como uma história, ao final, uma moral, como a gente pode interagir com a história e isso ajuda que o conteúdo não seja maçante. O resultado é uma boa leitura e de fácil compreensão. Após o contato com os aplicativos, nós começamos a pensar o que poderíamos fazer, aqui, perto de nós, para ajudar nos ODS”, comenta. Segundo ele, 1 litro de óleo pode poluir até 20 mil litros de água. ”Então nós pensamos em algo que envolvesse o óleo residual, o óleo usado, e que nós pudéssemos reutilizá-lo. Então nós pensamos na produção de biocombustível derivado de óleo residual, que é coletado e a partir disso nós fazemos o processo de produção até chegar no biocombustível”, explica.

O projeto, que ainda está no início, já motivou outros alunos da escola a participar e a doar os óleos usados em suas próprias casas. Os adolescentes já pensam em expandir a ideia para que a comunidade possa, também, fazer o descarte consciente e adequado e que possa ser usado pelos alunos nas suas pesquisas.

Quer conhecer mais sobre as experiências dos alunos com os app-books e as pesquisas realizadas por eles? Confira aqui a matéria especial do Canal Futura.

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