01-08-2017

Ethanol Summit: biocombustível é a aposta brasileira para desenvolver o país

O Brasil, com seu biocombustível e a bioeletrecidade têm um importante papel a desempenhar na redução do aquecimento global e na garantia do abastecimento doméstico sustentável

            No mês de junho, especialistas, empresas e pesquisadores se reuniram em São Paulo durante o Ethanol Summit para discutir os rumos e projetos que visam ajudar o Brasil a ser mais competitivo, novos investimentos e segurança institucional, temas importantes relacionados à energia limpa, com o RenovaBio, que buscará o aumento constante da produtividade e a competitividade da produção brasileira, com benefícios ambientais, sociais e econômicos para o país.

Engajados nesta proposta, temos o setor sucroenergético brasileiro que se mostra pronto para ampliar sua contribuição, inclusive, fazendo apostas e investimentos no Etanol de Segunda Geração, com suas novas tecnologias de campo, plantas extremamente modernas e atualizadas com as principais inovações da atualidade para atender a importante fonte brasileira de energia renovável e mais limpa.

“O Brasil, com seu biocombustível e a bioeletrecidade têm um importante papel a desempenhar na redução do aquecimento global e na garantia do abastecimento doméstico sustentável. Com um esforço coletivo de empresários, setor público e pesquisadores, podemos contribuir decisivamente para aumentar a qualidade de vida do planeta e a saúde da população”, comentou Pedro Mizutani, Presidente do Conselho da UNICA.

O esforço comentado por Mizutani ganhou reverberação nos debates do encontro, com as discussões sobre etanol celulósico. O líder de Desenvolvimento de Negócios América Latina – Cana-de-açúcar e Biorefinaria da Novozymes, Daniel Albuquerque Cardinali, diz que o evento reforçou a posição da empresa como uma das mais atuantes e influentes na criação, desenvolvimento e maturação dessa nova indústria no Brasil. “Fortes parcerias estão em nosso DNA e é gratificantes escutar o reconhecimento de nossos principais parceiros. O painel trouxe uma visão positiva sobre o futuro de 2G no Brasil. Desafios tecnológicos equacionados e clareza no caminho a ser percorrido para aumentar os volumes desse biocombustível a ser produzidos pelas plantas atualmente operando”, destacou Cardinali.

O evento contou com a participação dos principais tomadores de decisão das empresas do setor sucroenergético e também as mais relevantes associações, agências/bancos de fomento e representantes políticos responsáveis pelo direcionamento estratégico do setor. Ou seja, principais stakeholders reunidos para discussão do ecossistema ideal para destravar novos investimentos no setor, sejam eles em plantas de etanol de milho, 2G ou cana 1G.

Demonstrando a importância desse setor não só para o Brasil, bem como para o mundo, segundo a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena), os combustíveis alternativos, com destaque para o etanol e o biodiesel, estão em segundo lugar no ranking de energias sustentáveis que mais empregar no mundo, com mais de 1,7 milhão de postos, mais de um terço deles, cerca de 613 mil, estão empregados no setor sucroenergético brasileiro.

Biosoluções

Novozymes é uma multinacional de referência no segmento de enzimas. Elas otimizam o processo de produção de biocombustíveis e podem reduzir em até 130% as emissões de gases de efeito estufa, o que também diminui a pegada de carbono. Dessa forma, todos os trabalhos da Novozymes são baseados em práticas sustentáveis e com menor impacto ambiental. Conheça também outros conteúdos sobre biologia e meio ambiente no Biobloghttps://www.bioblog.com.br/

1 comment

  1. Em meio a tantas notícias que nos põe pra baixo em nosso país, essa agora, trouxe um banho de alegria. Não só pelo desenvolvimento econômico e geração de empregos, mas sobretudo e principalmente pela preservação de nossa casa Terra. Essa é a vocação do Brasil. Levar ao mundo a possibilidade de continuarmos vivos.
    Parabéns aos técnicos e que tenham força pra levar avante esse projeto sem a presença dos políticos.

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