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Detergentes mais verdes: Limpeza e proteção do meio ambiente

Na série “Detergentes mais verdes”, nós abordamos aspectos ambientais, econômicos e sociais do desenvolvimento de produtos com menos ingredientes químicos e mais componentes biodegradáveis, como as enzimas

É o caso do estudo da Novozymes para a América Latina “Permitindo detergentes mais verdes com enzimas”, sobre o qual também falamos na série de posts que você pode acessar pelos links abaixo:

Detergentes mais verdes: um apelo global

Detergentes mais verdes: um estudo da Novozymes para a América Latina

Detergentes mais verdes: redução de custos e das emissões de CO2

Detergentes mais verdes: redução do impacto na vida subaquática

 

O estudo, realizado por cientistas da indústria de Cuidados Domésticos da Novozymes na América Latina, pretende mostrar que é possível desenvolver detergentes que podem causar menos danos ao meio ambiente principalmente relacionados à emissão de CO2 e despejo de ingredientes químicos em corpos hídricos. Desse modo, os cientistas, a partir de um detergente em pó convencional usado por consumidores na América Latina, desenvolveram outras formulações a fim de mostrar a melhora na remoção de manchas, da pegada ambiental e de custos que um detergente com mais enzimas e menos surfactantes pode promover.

O detergente convencional, do qual partiram as demais formulações, é composto majoritariamente por surfactantes (um dos principais ingredientes dos detergentes) e por uma única enzima, além de outros componentes. É possível visualizar a composição de cada detergente testado na imagem abaixo. De todos esses detergentes, o que apresentou melhores resultados foi o detergente C, mostrando remoção eficiente para todos os tipos de manchas testadas.

Detergentes
Fonte: Estudo da Novozymes “Permitindo detergentes mais verdes com enzimas”.

Ainda considerando o detergente C, no qual foi reduzida a quantidade de surfactantes em 30%, houve uma redução no custo de produção dessa formulação em 10% em relação ao convencional mesmo com a adição de 5 enzimas diferentes. Já em relação à pegada ambiental, o estudo mostrou que, com a redução de 30% dos surfactantes no detergente, é possível economizar 50 mil toneladas de componetes químicos no planeta e 110 mil toneladas de CO2 anualmente caso os consumidores da América Latina usem esse tipo de detergente em, pelo menos, 50% de suas lavagens.  O estudo também mostrou que é possível reduzir o impacto na vida subaquática com o uso desse tipo de detergente já que as enzimas se mostram menos tóxicas que os surfactantes.

A Novozymes, líder mundial em soluções biológicas, desenvolve novas enzimas que são cada vez mais eficientes para o mercado de detergente. Esse desenvolvimento não para, de forma que a substituição de surfactantes pode aumentar nos próximos anos. Esse estudo estimula os responsáveis por formular detergentes juntarem-se a este desenvolvimento e otimizarem seus sistemas de surfactantes/enzimas para um desempenho ainda melhor em manchas, custo e ambiente — para o benefício dos clientes, dos negócios e do planeta.

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Acesse o estudo completo aqui.

 

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