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Câmara Federal promove debate sobre burocracia na pesquisa e inovação

Por causa da burocracia governamental, os cientistas brasileiros dedicam, em média, 35% do tempo de estudo com a gestão administrativa de seus projetos.

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática debateu nesta quinta-Feira (30 de maio de 2019) a burocracia na pesquisa de ciência e inovação no País.

Segundo a Agência Câmara, dados indicam que, por causa da burocracia governamental, os cientistas brasileiros dedicam, em média, 35% do tempo de estudo com a gestão administrativa de seus projetos. “A burocracia é tão excessiva que, em determinadas áreas, a demora na aquisição de insumos básicos acaba inviabilizando a execução dos projetos”, afirma.

O autor da proposta destaca a necessidade de o Brasil investir montantes maiores e crescentes em desenvolvimento científico e tecnológico para voltar a crescer e ganhar competitividade no comércio internacional. “Para isso é preciso modernizar a gestão administrativa e o sistema de controle do Estado brasileiro”.

O debate foi realizado às 10h, no Plenário 13, e contará com a participação de alguns convidados, como a professora da Universidade de São Paulo, representando a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Lygia da Veiga Pereira Carramaschi; o presidente do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies), Fernando Peregrino; o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Reinaldo Centoducatte; o procurador-chefe da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Carlos Octaviano de Medeiros Mangueira; a coordenadora-geral de Auditoria das Áreas de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações da CGU, Karin Webster; o superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Alfredo Renault; o membro do Comitê Gestor do Centro Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem da UFRJ, Antonio Carlos Campos de Carvalho; e o diretor técnico de Arcabouço Legal do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia, Gesil Sampaio Amarante Segundo.

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